
O pronto-socorro do Hospital Doutor Anísio Figueiredo, em Londrina, no norte do Paraná, voltou a receber pacientes na tarde de quarta-feira (12). O local ficou fechado por cinco dias, após a confirmação de que um paciente de 71 anos estava infectado por uma bactéria com o mecanismo de resistência NDM-1 (New Delhi Metallobetalactamase).
O hospital passou por uma desinfecção e voltou a receber apenas pacientes levados por ambulâncias. Para evitar o risco de contaminação, a unidade ainda não receberá pessoas transferidas de outros hospitais.
Segundo a direção do hospital, o mecanismo NDM-1 é raro, com poucos casos registrados no Brasil. Ele torna a bactéria multirresistente, porém ainda sensível a alguns antibióticos. O paciente que estava com a NDM-1 morreu no dia 2 de fevereiro, por complicações pulmonares.
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Três pacientes que estavam internados próximo ao idoso que estava infectado passaram por exames. De acordo com o diretor do hospital, Walter Marcondes Filho, os resultados deram negativo quanto a presença do mecanismo NDM-1. Um destes pacientes já recebeu alta, e dois continuam internados no hospital.
HU também confirma caso de NDM-1
O Hospital Universitário (HU) de Londrina confirmou na segunda-feira (10) outro caso de NDM-1 na cidade. Segundo o HU, um paciente de 72 anos procurou a unidade após sentir dores no abdômen. Ele recebeu alta no dia 25 de janeiro, após ficar dez dias internado.
O Hospital Universitário (HU) de Londrina confirmou na segunda-feira (10) outro caso de NDM-1 na cidade. Segundo o HU, um paciente de 72 anos procurou a unidade após sentir dores no abdômen. Ele recebeu alta no dia 25 de janeiro, após ficar dez dias internado.
Exames preventivos apontaram que ele portava a bactéria. Depois da realização de exames mais complexos, realizados no Laboratório Central do Paraná, a suspeita foi confirmada. O local passou por uma limpeza e não chegou a ser fechado.

